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#12 – Londres

Quando uma viagem à trabalho se torna um passeio a dois. Fui pra Londres fazer um treinamento em design com o Nielsen Norman Group (vraa vraa) e o boy foi me visitar pra fazer valer o rolê.

Londres é uma bagunça – carro pra todo lado, tumulto, gritaria, muito diferente do que eu tinha imaginado. Como toda cidade grande, me senti oprimida pela quantidade de coisas acontecendo ao mesmo tempo.

Quem diria que eu um dia poderia me considerar uma menina de “cidade de médio porte”? 🙂

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São Paulo

















São Paulo,

Valeu pelas inúmeras gargalhadas, as piadas internas e externas, a comida sempre deliciosa, as cervejas caras pra caralho, a caipirinha com picolé de tangerina, as fotos com papada/as fotos sem papada, os graffitis no Beco do Batman, o pão chinês da Carol, a batata com linguiça da Rhariane – era pra ser o almoço, mas acabou saindo no jantar. Valeu também pela embriaguez, pelas azinhas de frango com Guiness, os foras distribuídos e as cantadas recebidas dos bêbados na fila dos bares – sei que cidade grande tem gente chata pra caralho, mas aquele idiota não era cria tua. Sim, chamo as pessoas de idiota.

Girls just wanna have frango. Charlie, can you hear us? Big Quete e Ronald QueteDonald. Ovinho. There’s a fucking loser here, Charlie! Vocês já tem um acompanhante? Four stars and a half. Carol, tais falando do quê? Não sei. Pinto de paçoca. Chá com yakult, Lamen de shoyo, melona, brunch no P.J. Clarke’s. Chet Faker favoritando meu tweet assanhado (ainda te quero no after da minha cama, hey mate) e me fazendo quase atropelar, no meio do aeroporto, uma velhinha na cadeira de rodas de tanta emoção que causou no meu pobre coração. O próprio Chet Faker em pessoa, ao vivo, maravilhoso, barbudo, Aussie, em carne, osso e explosão dos meus pobres ovários com aquela música maravilhosamente sexual. 1998. Pam pam… PAM! No diggity, no doubt. Selfies com cara de bunda. Selfie com o Chet, só que não. Selfie na parede do Cine Joia. Cheeseburger da McDonald’s na fila do show. Mensagens de amor enviadas em português pra Charlie. #Stralia. Vila Madalena, Vila Mariana, Liberdade, Itaim. Rhariane querendo matar o cara mais inconveniente do mundo, e sendo a pessoa mais feliz quando ele engasgou com a comida. A negona cabelo de samambaia desmaiando em cima da Carol no meio do show do Chet. Sushi depois do show. Ressaca. Whatsapp recebidos e enviados sob efeito do álcool (Disk girl mgffns a abaaaaaaa). Vídeos ridículos que nunca vão cair na net. Dias curtos, noites longas.

Carol, obrigada imensamente pela hospitalidade, generosidade e amizade. Rhariane, obrigada pelos dotes culinários e fotográficos – e pelo batom! São Paulo, obrigada. Até novembro.

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Rio de Janeiro

Posso dizer que estou apaixonada? Posso, né. Então, lá vai: tô apaixonada pelo Rio. Amo o Rio. Quero o Rio pra minha vida.

A história é mais ou menos o seguinte: comprei a passagem em cima da hora e fui linda passar 4 dias no Rio de Janeiro, a cidade mais Brasileira do Brasil. Fiz a loucura de reservar hospedagem no hostel, comprar as passagens e arrumar as malas em apenas uma semana… não fui sem motivo, claro, mas isso é assunto pra outro post. Eu finalmente pude comprovar que a Cidade Maravilhosa é tudo isso mesmo, e que vibe carioca é única. Entendi porque o mundo faz such a big deal em relação ao Rio – e, sim, quem teve a ideia de vender a imagem do Brasil através do cliché que é Copacabana, Ipanema, o Cristo e o Pão de Açúcar é um gênio. A cidade é apenas uma cidade mas é linda; tem gente do mundo todo e uma energia super incrível e estranha nas ruas que eu nunca cheguei a sentir em Recife ou em qualquer outra cidade que já visitei por aqui. Eu amo o Rio.

O que faz esse post ser uma surpresa é que eu tinha o maior receio do mundo de visitar o Rio de Janeiro. Além de ser o nosso cartão postal, todo mundo sabe que a criminalidade de lá é coisa de outro mundo (é?), e eu sempre tive medo de ser assaltada, raptada, esquartejada ou queimada viva. Sim, essa era a imagem que eu tinha da cidade. Qual não foi a minha surpresa ao perceber que eu me senti muito mais segura andando pelas ruas de Copacabana e Ipanema à noite do que jamais me senti em qualquer lugar do Recife? Não andei muito por outros bairros, é verdade, e quatro dias não são suficientes pra criar uma opinião sólida sobre o lifestyle de um lugar, mas eu não vi nada de incomum. Não vi trombadinha na rua roubando geral, nem vi tiroteio, muito menos fui assaltada ou presenciei uma cena de violência. Todo mundo parecia feliz e tranquilo, apenas andando e cuidando da sua própria vida. Ou era eu que tava feliz e me sentindo bem demais naquele ambiente que não percebi se tinha algo errado, mas a minha primeira impressão da cidade foi boa – muito boa – e superou toda e qualquer expectativa que eu poderia ter (e eu não tinha nenhuma).

O que eu mais amei? Um crowd internacional muito do caralho. Uma mistura de gente do mundo todo de fazer inveja à Boston – pff, ainda mais que depois que o verão termina Boston MORRE e só se encontra locais pela cidade. No Rio eu vi gente no ônibus falando outras línguas, e na minha primeira viagem de coletivo, do aeroporto Galeão pro hostel, uma menina me cutucou no ombro e perguntou se eu falava inglês pra poder ajudar ela. Quase abracei a criatura! Três meses de volta ao Brasil e eu só tive uma única oportunidade aqui em Recife de falar inglês. Minha cidade é turística sim, mas pra brasileiros, e é difícil encontrar com facilidade pessoas de outros países andando por aqui. No Rio eu pude ter um revival do tempo em que fui turista nos States, e eu não lembro de ter me sentido tão feliz assim desde que voltei pra casa.

O Hostel


Crédito da primeira imagem: cabanacopa.com.br

Shout out pro CabanaCopa, hostel massa onde me hospedei durante a viagem. De todos os hostels em que já fiquei esse foi com certeza o melhor: a galera toda era muito gente boa e amigável, do staff, sempre prestativo, aos outros hóspedes. Dividi o quarto com gente da Suécia (aff, dois lindos), Itália, Alemanha e Argentina. O hostel é bem grandinho, são duas casas com vários quartos, banheiros compartilhados, uma cozinha, lavanderia, sala de tv e área comum onde a galera se reunia pra tomar umas – o bar no térreo ficava aberto até as 10:30 da noite, e na quarta-feira a caipirinha era grátis! A atmosfera era mesmo muito massa, sempre descontraída porém organizada. O hostel também tinha dicas super massa de festas pelo Rio em todos os dias da semana, algumas delas com descontos pra quem comprasse o ingresso com eles. Fica a dica pra quem procura um hostel no Rio pertinho da praia e cheio de gente maravilhosa. Vou me hospedar sempre lá 🙂

As festas


Eu não posso nunca morar no Rio por motivos de: me tornaria uma party girl. Minha-gente. Sério, até me perco na hora de colocar em palavras o tanto de diversão que tive na noite carioca. A galera sabe mesmo como se divertir no Rio e nunca, NUNCA NO BRASIL, que eu fui tão de boa pra noite sozinha e me diverti tanto.

Na minha primeira noite em terras cariocas eu fui pra uma Boat Party na Marina da Glória. Plena segunda-feira eu estava linda e maravilhosa (assim como a cidade) tomando free drinks num barco na Baía de Guanabara. O motto da festa: What Happens On The Boat Stays On The Boat. A festa reunia praticamente turistas, então foi massa pra conhecer gente nova de outros países. A música era massa *beijinho no ombro*, tinha umas doidas dançando só de calcinha e sutiã em cima de um palco hahaha e a galera era super de boa e animada. Fora toda a diversão que o álcool pode proporcionar, ganhei de brinde vista da cidade à noite, que é linda demais.

Segunda noite mais uma festa pelo hostel: a Rio Hostels Party, na 00 Club. A 00 é aparentemente um gay bar em dias normais, mas como a festa era dos hostels eu mal vi viado por lá. Velho, tenho que abrir um parênteses aqui pra coisa mais bizarra que vi em toda a viagem: tavam filmando um reality show francês no meio da festa. Era bizarro ver aquele grupo de franceses fingindo estar conversando/brigando/se divertindo na balada, enquanto as pessoas observavam com curiosidade.


Teve uma hora que eu fui tentar ir no banheiro e tinha uma menina fazendo toda uma encenação na porra da porta, meio que decidindo se ia entrar ou não e falando sozinha hahaha. Eu olhei pra um cara que tava do meu lado e puxei assunto:

– What the hell is going on here?
– Don’t know. I’m also trying to get into the restroom but I’m not sure if I can
– Damn it! What are those guys doing here anyways?
– Guess they’re making a reality tv show. A french reality, can you believe it? It’s the french version of Jersey Shore or something
– No way! hahaha ‘cause France really needs a reality like this…
– Yea, right?! Where are you from?
– I’m from Brazil, and you?
– Really? How can you speak so good english? You don’t even have accent
– Thanks!
– I’m from New York, by the way. Well, guess we have to try the restrooms some other time

Tipo, gente, na moral… inglês na fila do banheiro pode soar a coisa mais idiota do mundo, mas vocês não sabem como me faz feliz. E sim, o pessoal do Jersey Shore francês ficou a noite toda “dançando” (porém evitando encostar nas pessoas da festa haha) e “conversando” nos sofás do lounge. Se alguém aí for pra França um dia e me ver na tv, avisem!

Na 00 também aproveitei as free caipirinhas até a meia noite (o que essa cidade tem com caipirinhas, hein?) e passei a noite conversando com um cara dos Estados Unidos, o Adrian. Super gente fina, me apresentou os amigos dele e turns out que um dos caras era de Massachusetts!!!!!!!!!!! Velho, que saudade enorme do sotaque de Boston! Quando eu falei que tinha morado em Boston ano passado Adrian prontamente foi chamar o amigo e disse “This is Josh, he’s from Massachusetts”. Quase tive um treco quando ele abriu a boca e começou a falar comigo. Eu, toda besta:

– Josh, yahave no idea how much I missed this accent!
– Hahaha ya, it’s a veah strongh accent tho
– Wheah d’ya live in MA?
– Mahthas Vahnyahd, dyaknow?
– Ah yah! Nevah been theah but I know wheah it is
– It’s ahround nahnety mahles from Bahstin
Nisso o Adrian interrompeu a gente:
– Eighty miles?
Eu e o Josh respondemos em coro:
– Nahnety mahles

Gente, eu tava entendendo o que o cara dizia e o amigo, que fala a mesma língua dele, não! hahahahaha Ganhei minha noite! Só os fortes entendem o sotaque de Massachusetts, e eu sou forte pra caramba! /garotadalaje

Terceira e última noitada no Rio eu fui encontrar com a linda da Rach <33333333 Tomamos bons drinks e comemos deliciosos bolinhos de arroz num boteco chamado Os Imortais, lá em Copacabana. Rach é um amor, sério mesmo! Quero morar no Rio pra sair com ela direto e ficar bêbada-feliz como fiquei naquela noite. E o sotaque lindo? Amei ouvir ela soltar vários "caraaaaaaca!" durante nossa conversa! Rach, favor vir pra Recife me visitar.

Depois de esquentar com Rach, lá fui eu pra mais uma balada, dessa vez na Fosfobox. Achei o lugar meio trash, com muita gente nova e potencialmente alternativa. A cerveja era cara – 10 pau por uma latinha de Heineken, ouch! – e o ambiente meio desagradável, sei lá. Acho que não gostei muito porque a pista principal fica no subsolo, daí deu média agonia de tar na parte de baixo do prédio… imagina se aquela porra pega fogo? Sério, penso logo em desgraça. A festa que tava rolando na Fosfobox era a In.Box, também de hostels do Rio, então vi umas caras já conhecidas – tipo o Adrian e seus amigos americanos, inclusive o Josh que veio falar comigo de novo, dessa vez em português! haha – e esbarrei sem querer nos meus roomies suecos e lindos. Ai, ai, aqueles dois… sério, é muito caucasianismo viking pro meu coração. SWEDISH GUYS, PLEASE COME BACK TO BRAZIL! / SVENSKA KILLAR, VÄNLIGEN KOM TILLBAKA TILL BRASILIEN! (vai que cola, né)

As pessoas

Sim, as pessoas são mais relaxadas lá. Até o centrão da cidade não tem aquela muvuca da Conde da Boa Vista. Andar no calçadão de Copacabana e Ipanema proporciona um people watching maravilhoso, e a quantidade de gente bonita que se vê por metro quadrado no Rio é coisa de outro mundo. Não tive muito contato com brasileiros, até porque no hostel só tinha eu e mais um cara que era de São Paulo, mas adorei todo mundo que cruzou pelo meu caminho.

Além da Rach, encontrei também com a Lu, minha migs de internet de uma década! Conheci ela através do meu primeiro blog, e foi no domínio dela que tive minha primeira hospedagem! Awwwn! Lu é uma fofa, e foi tipo um sonho encontrar com ela! haha Demos um passeio pela orla de Ipanema e depois fomos pra um bar mexicano chamado Blue Ágave, onde tomamos bons chopps enquanto nossas quesadillas eram preparadas. Quando finalmente o nosso pedido ficou pronto, a garçonete hermana derrubou as quesadillas no chão D: Tivemos que assistir em câmera lenta a nossa comida cair do prato hahaha, eu, Lu e as garçonetes demos um grito desesperado na hora! Foi super engraçado. Esperamos mais um tempão pra comida ser feita de novo, mas no fim valeu a pena. Super deliciosa a comida e o bar muito legal. Na sequência fomos pra um pub irlandês, o Shenanigan’s. Eu costumava ir pra um pub com o mesmo nome lá em South Boston, quando tava saindo com Dan 🙂 então ir no Shenanigan’s brasileiro foi meio que um revival, although a versão carioca não chega nem aos pés da bostoniana. No Shenanigan’s tinha uns coroas de Boston e acho que eles foram no pub pelo mesmo motivo que eu – tentar um contato com as raízes irlandesas. Sei que eles eram de Boston porque um deles tava usando a clássica camisa com o nome BOSTON estampado haha.


Meus roomies suecos, previamente citados, eram dois amores. Adam e Carl conversaram horrores comigo durante as tardes em que fiquei no hostel, depois deles terem voltado da praia ostentando queimaduras solares de segundo grau. Os meninos estavam viajando por toda a América Latina e a última parada, antes de voltar pra Suécia, era o Rio de Janeiro. Foi super engraçado quando Carl me contou que eles tinham sido assaltados dois dias antes em Copacabana. Ok, a ideia de um assalto não soa nem um pouco engraçada, mas Carl falou que o cara chegou por trás dele e deu uma cutucada no ombro, assim, amigavelmente, e depois disse:

– Do you speak english?
– Yes – Carl respondeu
– So give me your money, it’s a robbery!

AHHAHAHAHAHAHAHA VELHO! IMPAGÁVEL! Galera ta fazendo cursinho de inglês pra assaltar agora! Não tive como conter as gargalhadas no meio da conversa, sério. Adam e Carl me olharam super torto, e ainda completaram dizendo:

– He showed us a knife and after have stolen our money and cell phones he said ‘Thank you’
– NO SHIT HE DIDN’T!
– Yes, he did said ‘thank you’
– GOD, THIS IS SO AWESOME! HAHAHAHA – eu, super exagerada rindo da desgraça alheia – he should have said ‘thank you guys, have a good one!’

Impagável! Apenas maravilhoso!

O cenário




Uma cidade encravada nas montanhas, com vista pro mar. Sei lá, apenas fiquei maravilhada com a vista. A única coisa turística de verdade que fiz foi andar no Bondinho do Pão de Açúcar, e lá passei umas boas horas olhando a cidade de cima… Andar no calçadão de Ipanema, ver de perto o Copacabana Palace e apreciar o sol se pondo por trás do Morro dos Dois Irmãos realmente encheu meu coração de felicidade. Quero poder passar mais tempo no Rio, e quem sabe até morar lá um dia. Não sei se tenho alma carioca, mas me senti em casa por aquelas bandas.

Rio, volto logo.

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São Paulo: balanço geral da To-do list

Me lembrei agora daquele post que escrevi um pouco antes de viajar pra São Paulo, em março, com uma listinha de coisas pra fazer e lugares pra visitar na cidade. Consegui fazer boa parte do que queria, mas o tempo acabou se mostrando bem curto e não rolou de fazer umas coisas principais, tipo comer pizza ou visitar o Ibirapuera. Outras coisas levaram uma rasteira do destino, a exemplo do tão sonhado brunch do PJ Clarke’s, que inventou de fechar justamente no sábado em que eu estava em São Paulo só.para.tomar.café.da.manhã.lá, e que acabou sendo substituído pelo brunch gostosinho do Pain et Chocolat.

A balada na augusta foi sutilmente substituída por um bate-cabelo miado com Virgína e Carol, no The Sailor. Valeu super a pena por conta do vocalista gato/maravilhoso/AFFF do Overman. JESUS ME ABANA! HAHAHA a/c Carol Chang #fã

Tava loucona pra comprar uns CD’s e um Moleskine na Livraria Cultura, só que eu não contava com o tamanho da fila e a quantidade absurda de gente que tinha naquele lugar. Detesto gente. Cortei da lista.

O barzinho da Vila Madalena virou jantar pré-balada no Exquisito! Bar, com Carol, Virgína e Thais. Ponto positivo pras Lojitas De Pollo. Nham!!

No geral, foi uma boa viagem. E agora as coisinhas que consegui fazer.

01. Comer um burger na Lanchonete da Cidade

Matei a minha vontade e adorei a lanchonete! Voltarei mais vezes, com certeza 🙂 O meu burger escolhido foi o BomBom a la Presse. Escrevi um post sobre a Lanchonete da Cidade, clica aqui pra ler.

Lanchone da Cidade

02. Feirinha da Benedito Calixto

Achei bem meia boca, não tinha tanta coisa interessante como eu imaginava. Acabei comprando uma bolsa de couro, vintage e só. Também achei uma barra tanta galera ~alterna~ nos entornos da praça. Curto não.

03. Outback! Outback!

Uma palavra para definir o outback: CAAAAAAAARO!
Não sou daquelas que reclamam com preço de comida, mas fiquei super chocada com os valores no cardápio do Outback. Se a vontade de comer lá não fosse tanta, eu juro que teria atravessado o corredor do Shopping Eldorado e me trancado na Applebee’s. Gostei muito da blooming onion, apesar de ser muy picante pro meu paladar. Mas o que me ganhou foi o pão de mel. Jesus amado, o que é aquele pãozinho? <3

04. Voltar no Porque Sim

Meu xodózinho, lugar onde eu encontro um Gyukatsujyu pra chamar de meu <3
Escrevi um post em 2011 sobre o Porque Sim e o meu tão amado Gyukatsujyu. Clicaê pra sentir fome.

Gyukatsujyu

 

O bom de ter sobrado coisa na lista é que vou ter o que fazer nas próximas visitas à cidade 🙂

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