Uma imagem vale mais que mil palavras:

~chatiada~
Sei que tô numa maré de azar quando até cair do ônibus eu caio. Assim, sem nem saber como, sem nem perceber como foi que o meu pé perdeu o último degrau, eu me vi no chão. E se tem uma coisa que é humilhante pra caralho é a tal da queda. A primeira coisa que me vem na cabeça quando lembro dos milhares de tombos que levei nessa vida, é a imagem dos meus coleguinhas de escola rindo da minha cara – criança não perdoa, é foda. Ninguém te ajuda, a graça mesmo é rir da pobre criatura que está no chão toda ralada. Não julgo, já que eu também não sou muito prestativa e gosto mesmo é de rir da desgraça alheia. Só que, né, quando é com a gente não tem tanta graça.
Estava voltando do trabalho na segunda-feira – o dia internacional do namorado tá de folga, vou me arrumar linda pra ser amada. Pra chegar em casa eu preciso pegar dois ônibus (posso até pegar só um, mas sou moça bonita e tenho medo de ficar esperando ônibus sozinha), e na descida do primeiro eu caí. Caí, me estabanei, ralei o joelho, torci o pé. CATAPLOFT! Só percebi as pessoas olhando pra mim com espanto. Ninguém riu.
Vamos ilustrar a cena com alguns gifs animados.


O ônibus foi embora e eu fiquei lá no chão, amparada pelo meio fio.
– PUTA QUE PARIU, CARALHO, NÃO ACREDITO AFFF COMO SOU IDIOTA! – gritei mentalmente.
A dor foi tão forte que eu nem consegui me levantar na hora. Achei a maior idiotice eu, com vinte e três anos de idade na cara, levar uma queda no meio da rua, na hora do rush. Uma moça vinha passando na hora e me amparou, segurou minha mão, pegou minha bolsa e ofereceu o celular pra que eu ligasse pra alguém. Peguei o celular dela e não conseguia lembrar de nenhum número, minhas mãos tremiam, eu comecei a chorar de dor. Humilhante. Me segurei numa árvore e ergui meu corpo usando só os braços. Humilhante. Um rapaz veio correndo pra me ajudar, perguntou se eu conseguia me levantar e como a resposta que eu dei foi negativa, ele me pegou no braços e me levou até um bar no Mercado da Madalena, onde fui devidamente colocada numa cadeira. Humilhante.
Ninguém falava nada, tinha gente que nem olhava pra mim. E galera, eu CHORAVA. Chorava como se não houvesse amanhã, porque fui dar uma olhada no meu pé e percebi que ele estava torto e com um inchaço do tamanho de uma laranja no meu tornozelo. Na hora pensei que tinha quebrado o pobre coitado do meu pé. Queria até publicar a foto dele aqui, mas é uma coisa muito nojenta. Quem viu, viu; quem não viu, só na próxima queda. ~bate na madeira 3 vezes~
Chorava, chorava, chorava. A moça que segurou minhas bolsa se ofereceu pra ficar comigo até que alguém chegasse. Muito boazinha ela, deve ser crente. Liguei pra Rhaul e ele já atendeu assustado, sabendo que tinha acontecido alguma merda comigo.
– Amor, caí, quebrei o pé, ta doendo, me ajuda! ;((((((
Uns cinco minutos depois ele já estava me colocando nos braços e me levando até o carro. Aí já não achei mais humilhante, foi bem romântico. Deu vontade de me acidentar mais vezes, só que sem a parte da dor, haha. Daí fui levada pro hospital de traumas e fraturas, onde levei uma injeção anestésica, tirei raio-x e ganhei uma botinha ortopédica pra usar enquanto o pé estiver podre. Nessas horas que eu me acho genial por ter feito um plano de saúde. Saí do hospital numa cadeira de rodas, ornando uma bota imobilizadora de arrasar.

Como resultado dessa desventura, ganhei também um tornozelo torcido e um pé infinitamente inchado. Quase três semanas depois da burrice (porque só sendo burra mesmo pra cair do ônibus), mal consigo andar sem parecer uma coxa, com uma perna mais curta do que a outra.
Mas como meus coleguinhas de trabalho disseram,
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Já sei rimar.
Olha, momentos atrás o ódio saiu do meu coração e chegou na minha boca. Fumacei. Toquei o interfone do 105 pra falar, mais uma vez, do barulho constante e das arrastadas de cadeiras que não parecem ter fim. O pessoal do 105 é músico – ou acham que são, né – e tem uma bandinha que sempre toca aos domingos. Já chorei esse drama aqui, eles são ruins pra cacete e só tocam de Legião Urbana pra baixo. E essa barulheira toda vem me incomodando desde que eles e mudaram pro apartamento de cima. Três pessoas que conseguem fazer da minha vida um inferno sem nem me conhecer.
E todo dia é a mesma tortura de ter que ouvir o bater de portas e a falta de bom senso pra pensar que, opa, tem gente morando no apartamento de baixo. Detalhe que a minha mãe é a síndica do prédio. Mas mainha num cargo de importância e nada é a mesma merda. A pessoa mais passiva que conheço.
Só que hoje não deu pra aguentar: deram uma arrastada de cadeira que pareceu ser aqui dentro de casa. Fui pro interfone, toquei o número do 105 e aguardei. Quando uma voz de homem atendeu eu contei que morava no 05 e que queria pedir, por gentileza, que eles prestassem mais atenção e evitassem arrastar tanto as cadeiras. Eu chego em casa fudida, depois de ter esperado 1h por um ônibus nojento e levado 2h pra chegar em casa, morta de fome, tendo que fazer essas porras de freelas pra pagar minhas contas, e só não fico em paz porque o tempo todo tem alguém batucando em cima da minha cabeça. Não disse isso a ele, mas digo a vocês que estou extremamente estressada dentro de casa.
O bichinho disse que tava espantado por eu ter reclamado de um arrastar de cadeiras. Ninguém estava arrastando cadeiras. Gente, eu sei que são cadeiras. Eu praticamente conheço todo o apartamento deles só pelo tanto que arrastam os móveis. Na sala eles deixam a bateria; no quarto que fica em cima do da minha mãe, uma esteira ergométrica e um colchão inflável que eles enchem toda noite; no quarto de cima do meu o cara deve ter uma mesinha e uma cadeira pesada, que ele vive arrastando. Aposto mil reais que estou certa.
O cara desceu pra conversar comigo, trouxe junto a namorada gordinha com cara de cu, que nem a boca abriu. Disse que evita fazer barulho depois das 22h mas que talvez seja o outro parasita hospedeiro (rs) que anda exercitando sua linda bateria altas horas da noite. Disse ele que ia convesar com todos da casa pra evitar fazer tanto barulho. Agradeci e dei as costas.
Mas sabe quando você sente que está sendo enganada? Eu quase sempre sei quando estão querendo me enrolar – tenho esse sexto sentido pra detectar gente mau-caráter.
Aposto mais mil reais que essa paz de espírito não vai durar 1h. Mas só de ter tomado a atitude de ir lá e tocar o botãozinho do 105, me considero uma vitoriosa. Uma freak do caralho, porém vitoriosa.
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Este post começa com uma pausa dramática. Sintam.o.clima.
Olha, gente, eu juro por deus que não sei o que fiz pra merecer certos tipos de vizinhos. A mudança de inquilinos aqui no prédio é sazonal e às vezes, simplesmente, o azar vem morar no apartamento de cima do meu. No caso, o apartamento em questão é o 105, e nos últimos meses uma turminha bem peculiar vem habitando o ambiente que eu conheço por meu teto. Acho até engraçado imaginar que tem gente andando na minha cabeça, que se o prédio desabar todos os ecombros vão soterrar o meu corpo e os meus pertences, já que moro no térreo. É até engraçado pensar nessas coisas enquanto ouço meus vizinhos andando em direção ao banheiro a apertando mil vezes a descarga. Eu deveria interfonar e dizer pra comprarem uma nova descarga.
Mas é que eu não sei de onde essas pessoas sairam. Assim, na minha terra de quem vive em apartamento desde os oito anos de idade, a gente acaba aprendendo, por bem ou por mal, que essas paredes que dividem os cômodos do meu aconhegante lar-doce-lar também são o limite entre a minha casa e a do meu vizinho. No caso do povo hostil que habita o 105, o chão deles é o meu teto.
Se o apertar infinito da descarga pode irritar uma pessoa desprovida de paciência como eu, imagina acordar às 7h da manhã num domingo com a banda do 105 tocando Legião Urbana no último som?
Vou até aproveitar e dar mais uma pausa dramática aqui:
LEGIÃO.URBANA.
Sinceramente, QUE ANO É HOJE?
Porque, olha, não é fácil. Se ainda fosse um bando de adolescentes eu até perdoava. Adolescentes são inconsequentes e não tem noção de comunidade, né? Mas não. Reza a lenda que o 105 é habitado por estudantes universitários e trabalhadores. Trabalhadores, veja só, como eu e como você. Pessoas que deveriam saber que o sono do domingo é sagrado; que talvez o vizinho do lado trabalha até tarde e ficaria muito feliz em dormir mais um pouquinho; que tem criança ou gente idosa e, poxa vida, ligar instrumentos no mais alto som dos amplificadores/caixas de som é desrespeito com a comunidade em que eu vivo. Afinal, eu não dei na minha mãe pra ser acordada por um cara imitando a voz de Renato Russo. É que não basta tocar legião urbana e ser ruim pra caralho, o cara tem que imitar a voz de Renato Russo.

“Odeio legião urbana. É uma musica chata e depressiva pra adolescente retardado” – Edi Ramone
Vou ser bem sincera aqui: antes fosse qualquer outra banda. Legião Urbana é pra me matar de vez, é a minha kriptonita. Enquanto os putinhos do 105 tão lá, felizes, fumando um baseado e tocando um som de péssima qualidade com uma performance um tanto quanto duvidosa, eu fico espumando de raiva. E isso não faz bem pra minha saúde.
E sabe o meu teto? Aquele teto que divido com eles como se fosse o chão? Algum filho da puta lá de cima insiste em bater com uma madeira no chão enquanto batuca uma música qualquer dos anos 80.
Mas eu vou fazer o quê? Nada, ué. Aprendi já tem muito tempo que certas coisas não valem a luta. Bom senso deveria ser uma sementinha que brota na cabeça e no coração de cada um quando se faz alguma merda. O meu limite é pedir pra baixarem o volume ou diminuirem a batucada no meu teto. E priu.
Mas quando eles tão empolgados demais tocando uma música muito, muito ruim, o meu prazer é abrir a janela e esperar a pausa entre uma música e outra. É nessa hora em que eu grito pro prédio todo ouvir: VOCÊS SÃO RUINS PRA CARALHO!
Comigo é assim.
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Eu estive afastada daqui pelo simples motivo que as coisas pesam demais pra mim. Olha, devo confessar que não sou uma boa pessoa pra carregar fardos. Aí entram na lista os fardos/responsabilidades do trabalho, de casa, da vida social, amorosa, etc etc. Posso passar o resto da madrugada citando os motivos que me fazem sumir e faltar com meus compromissos, mas não quero me fazer lembrar de tudo depois.
Olha aí, mais um problema. Eu sou tão egoísta que preciso me poupar das coisas. Como se eu fosse fraca demais pra lidar comigo mesma. É uma piada, de verdade, eu só posso ser uma piada. Isso tudo é porque (e me desculpe se estou errando aqui, não seu usar os porquês e provavelmente nunca aprenderei) eu tive uma conversa super estranha com uma daquelas pessoas que me enxergam. Geralmente as pessoas só passam pela tua vida, te conhecem por fora, são obrigadas a lidar contigo e com o teu ego gigante que não permite ser boa pros outros. Mas no meio desse infinito de pessoas passageiras, sempre vai ter alguém que te enxerga mais pra dentro. Acho isso muito estranho. E sou daquela opinião que só quem é parecido com a gente consegue enxergar essa coisa que chamarei de essência. Alguém conseguiu me enxergar além desse ego gigantesco e disforme, que me faz querer ser uma pessoa pior do que eu realmente sou. Ou pior do que algumas pessoas acham que eu sou. Dizem isso, que a gente tem uma imagem bem depreciativa de nós mesmos. Olha, só tenho a dizer que a imagem que eu tenho de mim não é nada boa. Mas acho que essa parte do drama fica pra outro texto.
O que eu quero dizer é que me canso das obrigações e é difícil não ter uma pessoa firme por perto pra poder me apoiar. Não sou autosuficiente não. E nem quero ser, deus me livre. Sonho em encontrar o homem perfeito, ou sei lá, a amizade perfeita, que vai me dar um ombro nessas horas em que o que eu mais quero é sumir do mapa e mandar o mundo tomar no cu. Só isso.
Mas sei lá, é tudo muito mais complexo. Me sentir sozinha não tem muito a ver com estar com outras pessoas. Sei lá, acho que já tô começando a me perder nesse assunto, nesse texto. Não sou uma pessoa de pensamento linear.
Só sei que é difícil pra caralho deixar de me importar com as coisas, relaxar, seguir em frente, mudar, dar um sorriso, ser mais forte, ser melhor.
É bem mais fácil mesmo escolher ser infeliz, não requer esforço nenhum. E eu nem sou infeliz, eu só não tenho forças pra tentar melhorar.
A vida de constante mudança e exercício diário não é mesmo pra mim. Tomara mesmo que eu ainda tenha um longo caminho pela frente, porque ta foda.
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A minha insegurança com o meu cabelo é uma coisa que me acompanha desde sempre. ‘Desde sempre’ que eu comecei a me preocupar com minha aparência, com a forma que as outras pessoas me enxergam, como sou recebida. E em 21 anos de vida, poucas foram as vezes em que eu me olhei no espelho e gostei do que vi. A minha aprovação capilar é sazonal. Às vezes eu curto ele cacheado (e mantenho o fio natural, com os cachos que começam quase da raiz), às vezes prefiro a praticidade de ter cabelo liso e não precisar controlar o volume. Outras vezes deixo ele crescer e o incômodo com o calor não me chateia tanto. Quando canso, decido mudar e uso um corte mais curtinho. Foi o que aconteceu no último sábado.
Acordei enjoada de mim. Me olhei no espelho e detestei aquele cabelo longo, liso, com uma franja enorme que já tinha começado a se perder no comprimento dos fios e decidi cortar um pouco, pra deixar a cabeça mais leve e ter um pouco do gostinho da mudança. Afinal, tem tanta coisa legal acontecendo nos últimos tempos, nada mais justo que mudar um pouco a moldura do rosto.
O que eu era até o mês passado.
Fui no salão de beleza, sentei na cadeira e mostrei uma foto de como eu queria ficar. Sou dessas que já vai com tudo planejado e só espera que a tesoura entre em ação. E eu queria um corte bem simples, desfiado nas pontas, abaixo da altura dos ombros, com a franja grande o suficiente pra ser colocada atrás da orelha. Tudo especificado, tirei meus óculos e esperei a mágica acontecer. Eu não vejo nada sem meus óculos, então já sabia que uma supresa estava por vir.
Corta, corta, corta. Ela chegou na minha franja. Juntou o cabelo, levantou e, ali, bem na frente dos meus olhos, proferiu o corte fatal. Cortou demais. Cortou.demais.a.minha.franja.
Pausa no tempo.
Flashback.
2005. Eu tinha 15 anos e era a pessoa mais insegura do mundo no quesito aparência/cabelo. Meu cabelo era curtinho e sempre estava preso. Eu tinha vergonha de deixar o cabelo solto, não conhecia direito a forma dele, não aceitava a textura do fio, não conseguia encontrar uma forma de me sentir bem com o que tinha, não podia mudar. Enfim, odiava tudo. Toda manhã, antes de ir pra escola, era um inferno. Chorava na frente do espelho, puxava, esticava o cabelo pra todos os lados tentando encontrar uma solução pra aquele desastre capilar. No final eu sempre acabava prendendo e enchendo o cabelo de presilhas, pra que nenhum fio pudesse escapar da minha cabeça. Então, uma vez, fui num salão super recomendado pra fazer um corte que ia me salvar desse drama. E pela primeira vez na vida eu me arrependi de cortar o cabelo. A cabeleireira cortou demais a minha franja, deixou apenas um cotoquinho no meio da minha testa.
Entendam: eu tinha 15 anos, no início do ensino médio, deslocada, insegura e agora, com o cabelo que nem o da Chiquinha – e todo mundo notou isso. Se eu chorei? Não sei como eu sobrevivi àquele dia.
Sim, essa sou eu em 2005. A da direita.
Fim do flashback.
Aqui estou eu, aos 21 anos, sentada na cadeira do salão de beleza, sentindo a mesma coisa que senti em 2005: Ódio.
Odiei, com todas as forças do meu ser, a filha da puta que cortou demais o meu cabelo. Desejei a morte dela, desejei tudo de ruim pra vida daquela desgraçada. Como pode uma pessoa que trabalha com sua autoestima fazer uma merda dessas? Se distrair com uma conversa e, aparentemente, não perceber que fez merda no cabelo da cliente? O que justifica isso? Nada. Nada justifica um erro com a imagem alheia.
A merda que eu sou. Infelicidade define.
Só sei que ao ver que a tesoura tinha arrancado demais o meu cabelo, eu dei um grito e avisei que ela tinha cortado muito. “Não cortei muito não”. Cortou sim. “Não, vai ficar bom”. Não, não vai, eu disse que não queria a franja curta. Eu gosto de colocar a franja pra trás da orelha. “Mas olha, dá pra colocar um pouquinho atrás da orelha”. Não, não dá. Está horrível, está desproporcional.
Não falei mais nada. Levantei, paguei o que tinha de pagar e fui embora daquele lugar horrível.
Horrível é como eu estou me sentindo agora, quando me olho no espelho e vejo que não tenho como disfarçar esse estrago. Só me resta me arriscar nas tesouras de outro profissional ou esperar o maldito cabelo crescer. Li hoje que o cabelo cresce 1cm em 15 dias. Só queria ter certeza se meus nervos vão resistir por tanto tempo. Não está sendo fácil conviver comigo nesse estado lastimável, meus amigos. Não ta fácil.
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segunda-feira, 22 de agosto de 2011 /
Como sufro / Comentários {
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Querida vida,
vai tomar no cu.
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